domingo, 2 de dezembro de 2007

vamos regressar às nossas escolas!


Durante esta semana vamos colaborar com algumas escoldo do 1º ciclo do nosso Agrupamento.
O que vamos fazer:
4/12/07 (terça) - das 15h às 18h - EB1/JI da Corujeira -(Prof. Ana Maria Aguiar)
O quemos fazer:
Numa turma – construção de porta moedas com pacotes de leite.
Nas outras 4 – colaborar nas produções de Natal já programadas.
Alunas que frequentaram esta escola: Mariana e Sara
5/12/07 (quarta) - das 9h às 13h - EB1/JI do Falcão – (Prof. Helena Ribeiro)
O quemos fazer:
Numa turma – construção de porta moedas com pacotes de leite.
Nas outras 4 – colaborar nas produções de Natal já programadas.
Alunas que frequentaram esta escola: Bruna Isabel e Bruna Fátima
7/12/07 (sexta) - das 15h às 18h - EB1/JI do Cerco- (Prof. Joaquina Quintas)
O quemos fazer:
Colaborar nas actividades programadas para este dia, entre elas, ensaio para a festa de Natal e construção de enfeites natalícios.
Alunas que frequentaram esta escola: Alexandra, Ana Claúdia, Cátia e Claúdia

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Dezembro agitado


Durante o mês de Dezembro vamos andar metidas em vários trabalhos.
Para começar, vamos monotorizar a realização dos enfeites da maior árvore de Natal do Cerco, que serão realizados no Pavilhão de Macânica da Escola.


Na penúltima semana de aulas, vamos dinamizar workshops de postais de Natal em algumas escolas do 1º ciclo do Agrupamento. Ninguém nos pára!

domingo, 21 de outubro de 2007

As cartas Portuguesas atribuídas a Mariana Alcoforado

Mário Botas, Monumento para Soror Mariana Alcoforado, 1973

Mariana Alcoforado nasceu em Beja em 1640, com onze anos, é obrigada a entrar para um convento, a fim de ficar a salvo do brutal conflito provocado pela guerra com Espanha. Impotente face à irrevogável decisão do pai, Mariana submete-se, mas anseia pelo dia em que poderá regressar ao seio da família e à liberdade da vida real. Até que um regimento francês chega à cidade: Quis o destino que o seu olhar se cruzasse com o do cavaleiro francês Noel Bouton, marquês de Chamilly, que na altura se encontrava com as suas tropas em Portugal, apoiando o país na Guerra da Restauração. Mariana estaria na janela de Mértola do convento, e dessa troca de olhares nasceria um amor imediato e profundo. Dessa janela, em destaque no segundo piso do Convento, esperaria Mariana por notícias do seu amado, vivendo a sua paixão impossível e desesperada, na sua condição de mulher destinada a Deus. Destruída, Mariana escreve-lhe, sem resposta, cartas extraordinariamente belas e apaixonadas. Faleceu na Cidade de Beja em 1723.



Podes ler aqui uma das cartas escritas por Mariana Alcoforado ao seu grande amor:


Ignoro por que motivo te escrevo...Vejo que apenas terás dó de mim, e eu rejeito a tua compaixão, e nada quero dela. Enfado-me contra mim mesma, quando faço reflexão sobre tudo o que te sacrifiquei...Perdi a minha reputação; expus-me aos furores de meus pais e parentes, às severas leis deste Reino contra as religiosas...E à tua ingratidão, que me parece a maior de todas as desgraças...Ainda assim eu sinto que os meus remorsos não são verdadeiros, e que do íntimo do meu coração quisera ter corrido muito maiores perigos por Amor de ti, e provo um funesto prazer de ter arriscado por ti vida e honra.Tudo o que me é mais precioso não devia eu entregá-lo à tua disposição?...E não devo eu ter muita satisfação de o ter empregado como fiz?...

Parece-me até não estar contente, nem dás minhas mágoas, nem do excesso de meu Amor, ainda que, ai de mim! não possa, mal pecado, lisonjear-me de estar contente de ti...

Vivo, e como desleal, faço tanto por conservar a vida, quanto perdê-la!...Morro de vergonha...Acaso a minha desesperação existe somente nas minhas ?...Se eu te amasse com aquele extremo que milhares de vezes te disse, não teria eu já de longo tempo cessado de viver?...Enganei-te...Tens toda a razão de queixar-te de mim...Ah ! por que não te queixas?...

Vi-te partir; nenhumas esperanças posso ter de mais ver-te. e ainda respiro!...

É uma traição...Peço-te dela perdão.Mas não mo concedas...Trata-me rigorosamente.

Não julgues os meus sentimentos veementes...Sê mais difícil de contentar...Ordena-me nas tuas cartas que morra de Amor por ti...Oh! conjuro-te de me dares esse auxílio para poder vencer a fraqueza do meu sexo, e pôr termo às minhas irresoluções, por um golpe de verdadeira desesperação.Um fim trágico obrigar-te-ia, sem dúvida, a pensar muitas vezes em mim...A minha memória te seria cara, e quiçá esta morte extraordinária te causaria uma sensível comoção.E a morte não é porventura preferível ao estado a que me abaixaste?...Adeus!Muito quisera nunca haver posto os olhos em ti.

Ah! sinto vivamente a falsidade deste sentimento, e conheço neste mesmo instante em que te escrevo, quanto prefiro e prezo mais ser infeliz amando-te, do que não te haver jamais visto.

Cedo sem murmurar à minha malfadada sorte, já que tu não quiseste torná-la melhor. Adeus.Promete-me de conservar uma terna e maviosa saudade de mim, se eu falecer de dor; e assim possa ao menos a violência da minha paixão, inspirar-te desgosto e afastar-te de tudo!Esta consolação me será suficiente, e, se é força que te abandone para sempre, desejara muito não deixar-te a outra.Dize, não seria nímia crueldade a tua, se te servisses da minha desesperação para, pareceres mais amável, mostrando que acendeste a maior paixão que houve no mundo?Adeus outra vez...

Escrevo-te cartas excessivamente longas, o que é uma falta de consideração para ti: peço-te mil perdões, e atrevo-me a esperar que terás alguma indulgência para com uma pobre insensata, que o não era, como tu bem sabes, antes de amar-te.Adeus.Parece-me que demasiadas vezes me dilato em falar do estado insuportável em que estou.Contudo agradeço-te, do íntimo do meu coração, a desesperação que me causas, e aborreço o sossego em que vivi antes de conhecer-te...

Adeus.A minha paixão cresce a cada momento.Ah! quantas cousas tinha ainda para dizer-te!...


Mariana

A ler....



Estamos a ler o Diário de Sofia & companhia da autoria de Luísa Ducla Soares.

Na sala de aula, por Ana Cláudia


Estávamos na aula de Português e a professora estava a ler excertos de um livro chamado "Diário de Sofia". Numa determinada parte da leitura, fala-se de um rapaz, o Bebé, que era um toxicodependente em recuperação e diz-se que a polícia apreendeu, em casa dele, uma balança de ourives. Uma aluna interrompeu, dizendo: «Uma balança dá sete anos de cadeia» e a professora pediu-lhe para explicar melhor. Então, a aluna respondeu que a mãe dela foi presa por ter uma balança dessas. A professora não disse nada e continuou a ler.Então, com muita ironia, a aluna diz: "Ó stora, a minha mãe era ourives..."



Ana Claúdia

Tudo por um sorriso, Histórias do Cerco


Durante sete anos passei momentos de angústia, por isso fui viver para a cadeia. Passei lá cinco meses das da da manhã às cinco da tarde, só para estar com alguém que precisava muito de apoio e carinho. O choque de nunca ter estado numa cadeia foi enorme. É uma dor que não se explica. Tinha medo de enfrentar as guardas, medo de me sentar na cama de ferro. como o tempo habituei-me. As guardas ajudaram-me, faziam de tudo para me ver sorrir: davam-me chupa-chupas, levavam-me a passear. Tudo por um sorriso.
D.

Anorexia, uma histórias do Cerco


Devia ter cerca de dez anos, andava na escola, tinha os meus amigos, tudo era normal. Costumava almoçar na escola, até que com mais duas amigas tivemos uma ideia que, como se vai perceber, não foi muito boa. Decidimos passar a comer menos. Na altura não pensámos nos perigos e nas complicações que poderíamos ter. A verdade é que todos os dias chegávamos à cantina e pedíamos pouca comida, inventando desculpas para que ninguém percebesse a nossa ideia. Eu, às vezes, chegava a vomitar. Felizmente, um dia, alguém se apercebeu, pois viu-me fazer esse disparate. Informaram a minha mãe, levaram-me a psicólogos e a médicos. Diagnosticaram-me anorexia. Eu continuava a achar-me gorda e só tinha uma ideia: emagrecer. Todos os dias tinha de tomar vitaminas e, como almoçava na escola, tinha sempre uma empregada a vigiar-me. Felizmente, melhorei e sei que foi uma fase da minha vida que não valeu de muito.


C.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Histórias do Cerco por Ricardo


Dia 11 de Setembro até poderia ter sido um dia como os outros, mas infelizmente não o foi. O dia começou cedo para mim. Por volta das 8:00 da manhã acordei, para me dirigir, atempadamente, para o complexo desportivo do Cerco. Nesse dia íamos defrontar a equipa do Atlético. Durante o jogo fomos claramente sujeitos a decisões nadaa acertadas por parte do árbitro.
O árbitro, não sei se motivado por estar a arbitrar o Cerco, tentou vingar-se e conseguiu, tirando-nos pontos indiscriminadamente. O jogo acabou e, claro, perdemos. Note-se que por culpa do árbitro e não por nossa incapacidade futebolística.
Conclusão, somos todos jogadores, mas alguns emblemas jogam mais do que nós.

Ricardo

domingo, 30 de setembro de 2007

domingo, 23 de setembro de 2007

Os nossos C.V.



Nome: Carla Alexandra Lemos
Morada: XXXX
Contacto: XXXXXXX
Data de nascimento: 2/7/1990
Nacionalidade: Portuguesa
Estado Civil: Solteira
Habilitações Literárias: 9º ano de Escolaridade (Escola Eb2,3 do Cerco)
Experiência Profissional: Curso de Hotelaria (Restaurante/ Mesa), Hotel Beta Porto e Hotel Meridien

Nome: Cátia Isabel Matos
Morada: XXXXXXXXXX
Contacto: XXXXXXXX
Data de nascimento: 20/06/1991
Nacionalidade: Portuguesa
Estado Civil: Solteira
Habilitações Literárias: 9º ano de Escolaridade (Escola Secundária do Cerco)
Habilitações Complementares: Curso Inicial do Windows
Experiência Profissional: Restaurante Manhoso (3 a 17 de Agosto – serviço de mesa, 18 a 7 de Setembro: ajudante de cozinha)


Nome: Sara Isabel Guerra
Morada: XXXXXXXXXXXXX
Contacto: XXXXXXXXXXXXXXX
Data de nascimento: 5/12/1990
Nacionalidade: Portuguesa
Estado Civil: Solteira
Habilitações Literárias: 9º ano de Escolaridade (Escola Secundária do Cerco)



Nome: Bruna Isabel Maciel
Morada. XXXXXXXXXXX
Contacto: XXXXXXXXXXXXXXX
Data de nascimento: 2/6/91
Nacionalidade: Portuguesa
Estado Civil: Solteira
Habilitações Literárias: 9º ano de Escolaridade- (Escola Eb2,3 do Cerco)
Experiência Profissional: Biluc ( Julho de 2007)
Outros: Conhecimentos de Informática, Francês e Inglês. Vencedora do Prémio Pense Indústria 2006/07 com o Projecto Helpwrite


Nome: Bruna Fátima Santos
Morada. XXXXXXXXXXX
Contacto: XXXXXXXXXXXXXXX
Data de nascimento: 30/08/91
Nacionalidade: Portuguesa
Estado Civil: Solteira
Habilitações Literárias: 9º ano de Escolaridade- (Escola Eb2,3 do Cerco)
Outros: Conhecimentos de Informática, Francês e Inglês. Vencedora do Prémio Pense Indústria 2006/07 com o Projecto Helpwrite



Nome: Ana Cláudia Fernandes
Morada: XXXXXXXXXXX
Contacto: XXXXXXXXXXXX
Data de nascimento: 30/01/1990
Nacionalidade: Portuguesa
Estado Civil: Solteira
Habilitações Literárias: 9º ano de Escolaridade (Curso de Assistente Comercial) (Escola Secundária do Cerco)
Experiência Profissional: Estágio na Leroy Merlin (1 de Maio a 7 de Junho de 2007)
Outros: Conhecimentos de Informática


Nome: Cláudia Filipa Soares

Morada: XXXXXXXXXXX
Contacto: XXXXXXXXXXXX
Data de nascimento: 9/02/89
Nacionalidade: Portuguesa
Estado Civil: Solteira
Habilitações Literárias: 9º ano de Escolaridade (Escola Secundária do Cerco)
Outros: Conhecimentos de Informática

Nome: Ana Catarina Fernandes
Morada: XXXXXXXXXXX
Contacto: XXXXXXXXXXXX
Data de nascimento: 8/07/1992
Nacionalidade: Portuguesa
Estado Civil: Solteira
Habilitações Literárias: 9º ano de Escolaridade (Escola Secundária do Cerco)
Outros: Conhecimentos de Informática

Nome: Patrícia Raquel Conceição
Morada: XXXX
Contacto: XXXXXXX
Data de nascimento: 29/11/1991
Nacionalidade: Holandesa
Estado Civil: Solteira
Habilitações Literárias: 9º ano de Escolaridade (Curso de Hotelaria) (Escola Eb2,3 do Cerco)
Experiência Profissional: Grande Hotel do Porto
Outros: Conhecimentos de Informática

Curriculum Vitae

Um currículo é uma breve apresentação da tua história pessoal, escolar e profissional.
É importante uma vez que este é a tua primeira apresentação face ao empregador. Antes de te chamarem para uma entrevista, o teu currículo passará por uma fase de apreciação, análise e avaliação. É o teu currículo que te vai (ou não) abrir as portas para uma entrevista e talvez para um emprego.
Não te esqueças que um empregador quando pretende admitir alguém, define um perfil profissional e/ou escolar e/ou psicológico do seu futuro colaborador. Serão os currículos entregues ao empregador que, avaliados um a um, e comparados com o perfil pré-determinado, permitirão efectuar uma pré-selecção curricular dos candidatos, ao que se segue, possivelmente, uma entrevista.
Em consequência do exposto, podes concluir que:
Vale a pena GANHAR tempo a elaborares o teu currículo.
Algumas pistas para elaborares o teu currículo:

- O teu currículo deve ser o mais sucinto possível.
- Deves sempre enviar o original, ou uma cópia de excelente qualidade.
- O teu currículo deve ser estruturado e ter campos separados e titulados. (Vê uma estrutura possível no seguimento).
- Deves, salvo indicação em contrário, escrever o teu currículo a computador utilizando um tipo de letra simples e de fácil leitura e de cor preta.
-O teu currículo deve sempre ser acompanhado por uma carta de apresentação manuscrita.
(conteúdo retirado daqui)

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Curso Profissional de Animador Sociocultural

A dança Henri Matisse

Neste espaço, vamos mostrar o nosso trabalho ao longo do Curso Profissional de Animador Sociocultural. O Curso Animador Sociocultural pretende formar profissionais capazes de planificar, organizar, e/ou desenvolver actividades de animação e socioculturais (de carácter educativo, social, cultural, ocupacional, lúdico e recreativo) dirigidas a indivíduos, instituições, grupos e comunidades, utilizando saberes e técnicas veiculados pelas várias componentes de formação do Curso.


O Animador Sociocultural pode desenvolver projectos de animação sociocultural em diversas áreas: cultural, social, educativa, ambiental, artístico-cultural, entre outras.

O Técnico de Animador Sociocultural pode exercer funções na administração local ou serviços públicos ou privados de carácter social e cultural:
- Associações e Centros Culturais, Recreativos e Desportivos;
- Autarquias locais ;
- Bibliotecas e Ludotecas;
- Museus, Instituições de Gestão do Património e de Gestão Ambiental;
- Casas e Centros da Juventude;
- Equipamentos Sociais de Apoio a Idosos;
- Centros de Apoio a Deficientes;
- Instituições de Apoio à Infância;
- Empresas dedicadas à Animação de Festas ou de Ambientes Públicos;
- Ateliers de Ocupação de Tempos Livres.